segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Boneca de Cera



Boneca de Cera
 
 
Ao derreter-me ali
sob teu corpo
a escorrer de mim qual vela a arder no fogo
vivifiquei-me em ti
 
pedaços meus em gotas a doar
bagaços de uma luz aleatória,
ambígua
 
e no entanto ainda eu:
tanto para a morte
quanto para a Vida.
 
 
 
Eliana Mora, 11/11/2008
Baú – Poesias Dedicadas

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