terça-feira, 31 de março de 2015
A arte que não morre
A arte que não morre
O coração consegue
conter
reter
até transbordar em possibilidades
mas não vai poder
fazer nascer
de maneira tecnológica ou aritmética
a velha arte de se dar
a arte referida
se inspira em sentimentos muito
arcaicos
cuidados e sentidos lentamente
burilados
estruturados
sem limite exterior
em poucas letras
de mãos dadas
[o amor]
Eliana Mora, 30/03/2015
Verna Bice, painter
Ainda não sabemos
Ainda não sabemos As linhas de seda de azuis bem claros a enredar-se pelos cantos das agulhas ...
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À procura da chave mestra Um ser poético nem sempre é bem compreendido sua voz suas palavras sua emoção podem ter cores diferent...
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Ainda não sabemos As linhas de seda de azuis bem claros a enredar-se pelos cantos das agulhas ...
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A singrar A ilha do meu coração ali sangra não sai da vitória régia verde azul nem da luz dos sóis de ti onde tu mesmo ...

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