quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Sempre pode mudar


Sempre pode mudar 



quatro lados e um meio
sim - está sempre bem cheio:
o banquinho,
algumas plantas
e aquele ali que não canta
[o violão] 

Mas existe o som que bate
quando tudo está deserto
e a chuva passa por perto
ali mesmo
na janela
um som assim de aquarela 

é a Poesia que brada
que nos toma e nos devassa
nos assalta
e nos abraça

[e o meio dos sentidos transforma-se
'na mensagem']



Eliana Mora, 4/9/2013
[a ti, Poesia]

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